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Posts Tagged ‘Feira da Madrugada’

Diante da onda de protestos no bairro do Brás, a reunião da comissão da Feira da Madrugada que aconteceria nesta quarta-feira foi suspensa. Os vereadores deverão ir verificar in loco a situação.  Para o vereador Adilson Amadeu, a onda de protestos no Brás tem várias razões:
1º A maneira equivocada com que foi conduzida a Operação Delegada dentro do Pátio do Pari onde está confinada a Feira da Madrugada. Feirantes que comercializavam produtos legais foram literalmente “jogados nas ruas” graças a um cadastramento pouco confiável.
2º A Feira da Madrugada sempre foi um chamariz para ambulantes no entorno, mas após a Operação Delegada, esse comércio cresceu absurdamente, gerando mais problemas de trânsito, segurança, barulho e limpeza urbana.
3º O momento escolhido para essa operação não é adequado. Com a aproximação do Natal cresce o movimento na área, gerando protesto e insegurança para consumidores, ambulantes e lojistas.
4º A prefeitura não oferece nenhuma alternativa viável para os trabalhadores.

A Comissão da Feira da Madrugada (vereadores Adilson Amadeu e José Américo), instalada na Câmara Municipal, esteve em Brasília na última segunda feira, consultando a Superintendência do Patrimônio da União – SPU – sobre a concessão que será dada à prefeitura de São Paulo e reivindicando a realização de um cadastramento “confiável” dos ambulantes.
O vereador Adilson Amadeu está solicitando encontro com executivo e líderes dos ambulantes para buscar um trégua.

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reportagem do Jornal Agora SP

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Diante das citações publicadas pelo jornal Folha de São Paulo, o vereador Adilson Amadeu esclarece:
“Desde que cheguei a Câmara Municipal, em 2005, tenho trabalhado pela reorganização e revitalização do Brás, região onde nasci, cresci e mantenho minha empresa. Vale lembrar que, na época, o chamado Pátio do Pari não era ainda ocupado pela atual Feira da Madrugada. Os ambulantes se concentravam no Largo na Concórdia e nas ruas adjacentes e, principalmente, na rua Oriente onde o comércio de rua noturno estava instalado livre de qualquer tipo de fiscalização. Esse comércio havia crescido a tal ponto que gerava queixas de todo tipo: barulho, segurança e até de saúde pública. Desde então tenho me manifestado publicamente no plenário, através da imprensa e, oficialmente, junto ao executivo e a diversos órgãos públicos municipais, estaduais e federais pedindo providências. Dois prefeitos, três secretários de coordenação das subprefeituras e três subprefeitos depois o que se observa é o resultado dessa omissão. Um empreendimento que sequer existia nasceu, cresceu e se mantém de forma completamente irregular, transformando o Pátio do Pari numa zona franca, numa terra de ninguém, apesar das recentes, tímidas e equivocadas ações da prefeitura.
Sou acusado de perseguir um empresário quando, na verdade, deveriam há muito ter investigado quem o protegia e por que? Durante 5 anos, a GSA operou livremente sem que a Feira da Madrugada fosse alvo de qualquer tipo de fiscalização. As poucas centenas de ambulantes que inicialmente se instalaram lá hoje concorrem com empresários capazes de pagar altas somas para se estabelecer no local. Às velhas barracas se juntam novos boxes de alvenaria sem qualquer tipo de licença.
A Comissão de Estudos sobre a Feira da Madrugada, que presido, apurou problemas inaceitáveis para um espaço que, desde o ano passado, vem sendo administrado pela prefeitura. O lugar não dispõe de rotas de fuga sinalizadas, sistema de combate de incêndio dimensionado para o espaço, extintores e brigada de incêndio treinada para operá-los; sem falar no comércio de produtos piratas e contrabandeados. Vale lembrar também que o ex-gestor da Feira da Madrugada, indicado pela prefeitura, foi exonerado e uma servidora afastada das suas funções no dia seguinte ao depoimento que deram na Câmara, junto à comissão que presido.
Me causa estranheza que essa carta endereçada ao prefeito e aos secretários Ronaldo Camargo e Marcos Cintra tenha “aparecido” justamente nessa semana, quando novamente pedi pessoalmente e via e-mail informações ao secretário Edson Ortega sobre o papel da prefeitura e da GCM na Operação Delegada. Quero saber quem apreende, seleciona, identifica os produtos piratas/contrabandeados, guarda as mercadorias ilegais e onde estão os depósitos da prefeitura para esse fim. Estamos falando em milhões de produtos. Em abril, a GCM guardava mais de 15 mil sacos de mercadorias em Guarulhos que, a meu ver, deveriam ter sido encaminhados aos responsáveis pelo inquérito policial. Nunca recebi explicação para o fato, apesar dos questionamentos feitos.
Minhas ações contra o comércio ilegal estão registradas antes, durante e depois da chegada da GSA ao Brás e, portanto, não cabe falar em perseguição ou chantagem. Acredito, sim, que há muita gente incomodada e apreensiva com os avanços do trabalho da comissão. Quem busca “acordos” não age de forma pública e oficial como tenho feito.
Adilson Amadeu – vereador/PTB e presidente da Comissão de Estudos Sobre a Feira da Madrugada.

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Quatro dias após a reunião da comissão que estuda o funcionamento da Feira da Madrugada que denunciou a falta de segurança no Pátio do Pari, surgiu a notícia de que estariam distribuindo cerca de 100 extintores de incêndio pagos pelos ” empreendedores”. Os boxes improvisados que a assessoria da comissão fotografou foram desmontados, mas no lugar deles estão surgindo mais dois de alvenaria, igualmente irregulares.
O vereador Adilson Amadeu destaca, entretanto, que os extintores têm uso específico e sua distribuição deve ser planejada e dimensionada para o espaço. Além disso, os extintores não dispensam a colocação e manutenção de hidrantes e mangueiras, ou seja, o local continua inseguro.
Informalmente o que se diz é que o dono de mais de 100 boxes na Feira da Madrugada, conhecido como “Mário Chinês”, seria o patrocinador dos extintores.

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Diante das imagens exibidas durante a reunião desta segunda-feira,13, era impossível negar a precariedade das instalações da chamada Feira da Madrugada. Para Manoel Victor de Azevedo Neto,chefe de gabinete da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras (engenheiro de formação) a situação é “atípica e excepcional”, mas essa classificação pouco ajuda a mudar o quadro que se agrava há anos por omissão do próprio executivo. De 2005, quando o “empreendimento” começou até os dias de hoje o número de comerciantes na área cresceu assustadoramente, o estacionamento foi reduzido e as denúncias de irregularidades ganham cada dia mais volume.
Gerson Gonçalves Branchini, coordenador de planejamento e desenvolvimento urbano da Subprefeitura da Mooca tentou lembrou o caráter social da feira e o que significaria fechá-la para milhares de trabalhadores. A comissão destacou, entretanto, que uma parte do movimento da feira hoje não está nas mãos dos antigos ambulantes que se espalhavam pelas ruas do Brás, fugindo do “rapa”. São empresários que têm poder para pagar R$ 200, 300 mil reais por um box (alguns têm dezenas deles) e se aproveitam da falta de fiscalização para vender toda sorte de produtos sem riscos, ou mesmo alugá-los.
O vereador Adilson Amadeu, que preside a comissão, protestou contra a construção de novos boxes no local e questionou os representantes do executivo sobre o pagamento de contas com dinheiro público num espaço explorado comercialmente e, portanto, de uso privado. Segurança e limpeza são pagos pela prefeitura. Àgua e energia, segundo Azevedo Neto, não foram pagos, mas ninguém explica como as concessionárias não cortaram o serviço até o momento. A cobrança pelo estacionamento foi outro ponto questionado e negado pelos depoentes, embora a comissão tenha relatos de que isso vem acontecendo.
Para os próximos dias, o cordenador de CPDU da Mooca, prometeu uma ação enérgica na área, mas não disse o que deverá ser feito. O alvo, entretanto, devem ser as construções irregulares de alvenaria.

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Vereador fala aos comerciantes da feira da madrugada

A comissão que trata de assuntos relacionados à Feira da Madrugada, realizada diariamente no Brás, deverá começar a ouvir os primeiros depoimentos na próxima segunda feira, dia 30. O vereador Adilson Amadeu, proponente da comissão, quer saber em que bases foi feita a transferência da área da União para o Município, quem administra e quem tem permitido a construção de novos boxes, sem nenhum projeto devidamente aprovado, segundo denúncias recebidas. Outra preocupação do vereador e a continuidade da comercialização de espaços no local, quando a própria prefeitura anuncia oficialmente um projeto que prevê, além da feira popular, mercado de hortifutis e estacionamento para carros e ônibus, um hotel. Para onde irão os trabalhadores durante a construção? Haverá espaço para todos? Haverá concorrência para ocupação dos espaços? Nada disso parece claro.
Em visita ao Pátio do Pari, na terça-feira (24/5) o prefeito Kassab anunciou a implantação da Operação Delegada para combater a pirataria naquela feira popular e prometeu garantir espaço para os milhares de comerciantes instalados no local, onder será erguido “o maior shopping do mundo”. O vereador Adilson Amadeu questionou a ação midiática do executivo. Para o vereador, é inaceitável que o prefeito faça promessas que não poderá cumprir e lacre boxes que foram interditados pelo Ministério Público após sucessivas denúncias de venda de espaço irregular no local. Amadeu lembra ainda que, sem uma planta aprovada, aqueles boxes não são diferentes de qualquer “puxadinho irregular”. No Pátio do Pari os boxes “brotam” em finais de semana sob as vistas grossas da subprefeitura. Deveriam ser demolidos, não lacrados, diz Adilson Amadeu.
Com a comissão de parlamentares, Adilson Amadeu espera esclarecer a situação de quem trabalha e administra a Feira da Madrugada, além de criar condições para a valorização da área, do bairro e dos próprios empreendedores.

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