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Diante da onda de protestos no bairro do Brás, a reunião da comissão da Feira da Madrugada que aconteceria nesta quarta-feira foi suspensa. Os vereadores deverão ir verificar in loco a situação.  Para o vereador Adilson Amadeu, a onda de protestos no Brás tem várias razões:
1º A maneira equivocada com que foi conduzida a Operação Delegada dentro do Pátio do Pari onde está confinada a Feira da Madrugada. Feirantes que comercializavam produtos legais foram literalmente “jogados nas ruas” graças a um cadastramento pouco confiável.
2º A Feira da Madrugada sempre foi um chamariz para ambulantes no entorno, mas após a Operação Delegada, esse comércio cresceu absurdamente, gerando mais problemas de trânsito, segurança, barulho e limpeza urbana.
3º O momento escolhido para essa operação não é adequado. Com a aproximação do Natal cresce o movimento na área, gerando protesto e insegurança para consumidores, ambulantes e lojistas.
4º A prefeitura não oferece nenhuma alternativa viável para os trabalhadores.

A Comissão da Feira da Madrugada (vereadores Adilson Amadeu e José Américo), instalada na Câmara Municipal, esteve em Brasília na última segunda feira, consultando a Superintendência do Patrimônio da União – SPU – sobre a concessão que será dada à prefeitura de São Paulo e reivindicando a realização de um cadastramento “confiável” dos ambulantes.
O vereador Adilson Amadeu está solicitando encontro com executivo e líderes dos ambulantes para buscar um trégua.

Caso Center Norte desperta suspeita

             O shopping foi construído há quase 30 anos e o monitoramento pela CETESB só começou há sete. Até aí tudo bem. O que causa estranheza é que o foco do problema parece estar no shopping.  O Carrefour, o Lar Center e o Cingapura entraram depois na história.   É natural que todos se preocupem, mas a interdição proposta pela prefeitura é mais conveniente para quem quer se isentar de qualquer responsabilidade. Além disso, há uma confusão de palavras que criam mais insegurança para os que trabalham ou frequentam o shopping. Segundo a CETESB a “contaminação é crítica”; o risco de explosão é “potencial”,
mas não há necessidade de evacuação do prédio. A explosão não é iminente, mas aconselham aos lojistas abrir as lojas e deixar o ar circular antes de ligarem
as luzes.  Próximo dali há um conjunto residencial, o Cingapura, o Pavilhão Expo Center Norte e outas áreas que, só agora a CETESB promete avaliar.

É importante esclarecer a população e não apenas assustá-la aventando a possibilidade de  uma explosão com efeitos incalculáveis.  A própria interdição é complicada. Para onde seriam mandados os moradores do Cingapura, por exemplo? Quem deverá arcar com os custos do sistema de drenos do conjunto, caso sejam necessários?

O Shopping conseguiu uma liminar para se manter aberto, recebeu multas, mas nada disso afasta o risco de acidentes no local. Por outro lado, não se pode deixar de pensar naqueles que vivem de comissões sobre o que vendem e que acabam diretamente afetados pelos boatos, riscos reais e medidas pouco claras para sanar o problema definitivamente.    As dúvidas crescem ainda mais quando chegam informações de que o shopping trocou a empresa contratada para a instalação dos drenos. No contrato anterior, com valor mais alto, o shopping não enfrentou nenhum risco de fechamento. Agora, disposto a economizar, o quadro mudou completamente. A informação não é oficial, mas se verídica, desperta uma desconfiança ainda maior sobre todos os envolvidos.

Por essa razão, já foi protocolado um pedido de CPI sobre as áreas contaminadas, a fim de se observar a forma como o município vem tratando o problema.

O vereador Adilson Amadeu (PTB-SP) pediu nesta quarta-feira em aparte no plenário da Câmara de São Paulo o afastamento do
secretário de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Marcos Cintra. O pedido foi feito com base na reportagem publicada nesta quarta-feira pelo
iG
, que revelou que o secretário comprou lotes em um  condomínio de luxo da incorporadora JHSF, onde sua filha trabalha. Cintra é um
dos principais entusiastas da venda de um terreno avaliado em até R$ 200 milhões no Itaim Bibi, na capital paulista, onde funcionam creches e outros serviços públicos. Para avaliar o terreno de 20 mil m², ele contratou a incorporadora JHSF – que também tem grande interesse em comprá-lo.

“A ligação de Cintra com a empresa é muito grande. Ele pode estar dando informações privilegiadas para a empresa e vice-versa. Ele precisaria ser
afastado do cargo até que tudo fosse esclarecido”, defendeu Amadeu. O vereador afirmou que entrará na próxima semana com um requerimento na Comissão de Justiça solicitando a convocação do secretário. “Vou coletar assinaturas de outros vereadores para abreviar a convocação”, disse.

 

Pare. Pense. Mude

          No dia 18 começa a Semana Nacional do Trânsito e a Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito. No Brasil, o índice de acidentes fatais é três vezes maior que o registrado em alguns países europeus e asiáticos. Não há dúvida de que é preciso fazer alguma coisa: mas o que?

São Paulo investe cada vez mais em equipamentos de fiscalização. São 575 radares capazes de registrar excesso de velocidade, conversões proibidas, desrespeito ao semáforo, horário de rodízio, faixa de pedestre. Alguns funcionam até no escuro. Os radares são tão eficientes que chegam a registrar 8 infrações por minuto. Em 2010, foi aplicada praticamente uma multa por veículo licenciado no município. Cinquenta vias tiveram a velocidade reduzida e foi iniciada uma campanha de respeito ao pedestre visto que o motorista muitas vezes sequer “enxerga” a faixa. Parece pouco.

O veículo é um meio de transporte. A sua transformação em símbolo de status e meio de afirmação pessoal é o que muitas vezes faz dele uma arma letal.  Defendo o lema “Educar antes de Multar” e, diante das estatísticas, fico pensando se não deveríamos começar esse processo no ensino fundamental e trabalhar essas questões antes que os jovens possam assumir um volante. Talvez funcionasse mais que campanhas temporárias na TV.  Prtecisamos saber melhor quem é quem é esse sujeito que, apesar dos riscos, da possibilidade de perder a habilitação e das multas, continua desrespeitando as
regras de trânsito?  A lei, entretanto, não prevê isso.

Os pilares da Década de Ação pela Segurança no Trânsito que estamos iniciando são a gestão nacional da segurança no trânsito; infraestrutura viária adequada; segurança dos veículos; comportamento e segurança dos usuários; atendimento ao trauma, assistência pré-hospitalar, hospitalar e à reabilitação. Como vê há muito por fazer, mas a consciência individual dos condutores ainda é a melhor alternativa para reduzir o número de vítimas no trânsito.

Pense. Pare. Mude. Esse é o título da campanha. Ela dura uma semana, mas nossos cuidados no trânsito devem ser diários Participe dessa corrente. Semeie essa ideia. Juntos, podemos salvar milhões de vidas.

 

reportagem do Jornal Agora SP

Palestra com dicas de motivação

Sebrae oferece amanhã, dia 2, aos empresários de São Miguel Paulista a palestra gratuita “Motivando sua Empresa para o Sucesso”. Interessados em aprimorar o relacionamento com a equipe podem se inscrever peio telefone 2297-0063 e contribuir com um quilo de alimento não peredvel. A palestra será às 9h, na sede da ACSP da região (Rua Marechal Tito, 1.042) Fonte: Diário de S. Paulo

Vereador Adilson Amadeu está solicitando ao CONTRU e SPTuris informações e cópias da licença, laudos e plantas referentes à aprovação da realização do evento “Todo Mundo Vai”, organizado pela empresa Atrás do Trio Eventos, no último sábado, no Anhembi, quando um camarote desabou.
Em 2006, após um acidente envolvendo o grupo RBD, foi instalada na Câmara Municipal de SP uma CPI sobre a segurança de locais de reunião. Durante os trabalhos da comissão foi apurado que os organizadores dos eventos se utilizam de espaços e equipamentos alugados e, por isso, tentam fazer a montagem da infraestrutura no menor tempo possível. Em geral a preocupação maior é com a qualidade do som e da iluminação.
A preocupação com rotas de fuga desobstruídas e devidamente sinalizadas, venda de bebidas alcóolicas a menores e assistência médica não estavam no topo da lista de preocupações dos organizadores. Além disso, os projetos eram aprovados no papel, mas não havia uma vistoria final para comprovar a execução total dos itens exigidos. Observamos que alguns deles eram entregues na última hora, quando havia fiscalização in loco. Naquele ano, o Skol Beats só foi liberado minutos antes da abertura dos portões porque a comissão exigiu o cumprimento total do projeto.
Durante os trabalhos da Comissão várias questões foram questionadas: dimensionamento das equipes médicas de plantão e hospitais de referência para atendimento de emergência. O vereador foi informado de que vítimas foram encaminhadas por ambulância do SAMU ao PS de Santana e Hospital Mandaqui. Teriam eles, no caso de vítimas mais graves, capacidade para o atendimento de emergência? Teriam conhecimento do evento e reforçado suas equipes? Essas são questões sempre abordadas nessas ocasiões e só se resolvem com prevenção por parte dos organizadores e fiscalização do poder público, segundo Adilson Amadeu que foi relator da CPI dos Eventos.

O Teatro Décio de Almeida Prado é um dos 8 equipamentos instalados no chamado Quarteirão da Cultura, fomados pela avenida Horácio Lafer e ruas Salvador Cardoso, Cojuba e Lopes Neto. Na sexta, depois de mais um período de reforma, ele foi reaberto. A data poderia ser comemorada se a reforma do teatro não tivesse consumidos em duas reformas mais de R$ 600 mil e não estivesse na área que a prefeitura pretende trocar por creches. O movimento SOS Itaim Bibi, apesar do projeto aprovado pela Câmara, continua mobilizado e apelando a diversas instâncias para evitar a destruição do quarteirão. Para tanto, conta com um abaixo-assinado com mais de11 mil assinaturas, e recorreu ao CONDEPHAAT para pedir o tombamento da área que conta ainda com espécimes raros da Mata Atlântica.
Em visita ao local, o vereador Adilson Amadeu reafirmou seu apoio ao desejo da população, colacando-se à disposição para fazer o que estiver ao seu alcance para preservar a área. Para o vereador, a “venda” Quadrilátero da Cultura e a Praça ds Flores, na Mooca, são provas da política equivocada que o prefeito Gilberto Kassab e sua base de sustentação na Câmara vêm impondo à cidade.

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Nem o frio e o mau tempo prejudicaram o manifesto promovido pelos moradores que serão atingidos pela Operação Urbana Água Espraiada. Idosos e famílias inteiras foram às ruas no sábado (23) denunciar o que significa na prática o projeto do prefeito aprovado por 39 dos 55 vereadores.
Aos 81 anos, “seu” Pedro conta que foi morar no Parque Jabaquara quando casou com dona Lídia há 50 anos. Os filhos nasceram e se criaram lá. Ele tem orgulho do jardim, das cinco árvores frondosas e das dezenas de vasos com plantas ornamentais que mantém e aponta Ana Lúcia, a vizinha que viu crescer. Se tiver de sair sabe que não terá como levar nada disso.
Uma outra mulher traz numa folha de papel o resumo do que passou para ter a casa que agora a prefeitura quer desapropriar. Outra moradora diz que vem pesquisando imóveis na região. Está tudo muito caro. Provavelmente será obrigada a buscar um imóvel em algum município vizinho. Buscar financiamento para quem tem mais de 60 anos é muito mais caro. Além disso, muitos são aposentados. Mal conseguem se manter com o que recebem. Não podem assumir mais uma despesa.
José Armando, um dos organizadores do movimento, destaca aspectos técnicos do projeto. Segundo ele, onde a prefeitura alega não ter parque, ele existe e o túnel previsto no projeto não dará condições de retorno até o km 10 da Imigrantes e quem está no bairro será brigado a voltar para pegar a única via segregada para acessar a Imigrantes. Para ele, os 39 vereadores que apro9varam o projeto deram um cheque em branco à prefeitura.
Contrário ao projeto, o vereador Adilson Amadeu (PTB) apoia o movimento e se solidariza com os moradores. Apesar de ter apresentado um substitutivo para alterar o projeto do executivo foi vencido pela bancada governista. O prefeito aprova o que quer e como quer, diz Adilson Amadeu. Duvido que todos os vereadores que votaram “sim” conheçam essa área, tenham estado aqui. O projeto não trata de casas, trata de pessoas e vidas e nada disso tem preço.
Os moradores ainda pretendem recorrer à justiça para barrar o projeto que já virou lei. Só esperam que ela não demore a se manifestar.

Diante das citações publicadas pelo jornal Folha de São Paulo, o vereador Adilson Amadeu esclarece:
“Desde que cheguei a Câmara Municipal, em 2005, tenho trabalhado pela reorganização e revitalização do Brás, região onde nasci, cresci e mantenho minha empresa. Vale lembrar que, na época, o chamado Pátio do Pari não era ainda ocupado pela atual Feira da Madrugada. Os ambulantes se concentravam no Largo na Concórdia e nas ruas adjacentes e, principalmente, na rua Oriente onde o comércio de rua noturno estava instalado livre de qualquer tipo de fiscalização. Esse comércio havia crescido a tal ponto que gerava queixas de todo tipo: barulho, segurança e até de saúde pública. Desde então tenho me manifestado publicamente no plenário, através da imprensa e, oficialmente, junto ao executivo e a diversos órgãos públicos municipais, estaduais e federais pedindo providências. Dois prefeitos, três secretários de coordenação das subprefeituras e três subprefeitos depois o que se observa é o resultado dessa omissão. Um empreendimento que sequer existia nasceu, cresceu e se mantém de forma completamente irregular, transformando o Pátio do Pari numa zona franca, numa terra de ninguém, apesar das recentes, tímidas e equivocadas ações da prefeitura.
Sou acusado de perseguir um empresário quando, na verdade, deveriam há muito ter investigado quem o protegia e por que? Durante 5 anos, a GSA operou livremente sem que a Feira da Madrugada fosse alvo de qualquer tipo de fiscalização. As poucas centenas de ambulantes que inicialmente se instalaram lá hoje concorrem com empresários capazes de pagar altas somas para se estabelecer no local. Às velhas barracas se juntam novos boxes de alvenaria sem qualquer tipo de licença.
A Comissão de Estudos sobre a Feira da Madrugada, que presido, apurou problemas inaceitáveis para um espaço que, desde o ano passado, vem sendo administrado pela prefeitura. O lugar não dispõe de rotas de fuga sinalizadas, sistema de combate de incêndio dimensionado para o espaço, extintores e brigada de incêndio treinada para operá-los; sem falar no comércio de produtos piratas e contrabandeados. Vale lembrar também que o ex-gestor da Feira da Madrugada, indicado pela prefeitura, foi exonerado e uma servidora afastada das suas funções no dia seguinte ao depoimento que deram na Câmara, junto à comissão que presido.
Me causa estranheza que essa carta endereçada ao prefeito e aos secretários Ronaldo Camargo e Marcos Cintra tenha “aparecido” justamente nessa semana, quando novamente pedi pessoalmente e via e-mail informações ao secretário Edson Ortega sobre o papel da prefeitura e da GCM na Operação Delegada. Quero saber quem apreende, seleciona, identifica os produtos piratas/contrabandeados, guarda as mercadorias ilegais e onde estão os depósitos da prefeitura para esse fim. Estamos falando em milhões de produtos. Em abril, a GCM guardava mais de 15 mil sacos de mercadorias em Guarulhos que, a meu ver, deveriam ter sido encaminhados aos responsáveis pelo inquérito policial. Nunca recebi explicação para o fato, apesar dos questionamentos feitos.
Minhas ações contra o comércio ilegal estão registradas antes, durante e depois da chegada da GSA ao Brás e, portanto, não cabe falar em perseguição ou chantagem. Acredito, sim, que há muita gente incomodada e apreensiva com os avanços do trabalho da comissão. Quem busca “acordos” não age de forma pública e oficial como tenho feito.
Adilson Amadeu – vereador/PTB e presidente da Comissão de Estudos Sobre a Feira da Madrugada.

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